quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Pesquisadoras do Instituto Geológico participam de Reunião Técnica de Acompanhamento do Projeto de Cooperação Brasil-Canadá

Sala de Reuniões da Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA)

No dia de 05 de novembro de 2018, a Diretora Geral do Instituto Geológico, Luciana Ferreira, e as pesquisadoras dessa instituição, Claudia Varnier e Denise Rossini Penteado, participaram da reunião técnica de acompanhamento do Projeto de Cooperação Brasil-Canadá.

Esse encontro ocorreu na Sala de Reuniões da Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA) e contou com a presença do Diretor do Water Institute, Roy Brouwer, do coordenador geral do projeto, Ricardo Hirata (CEPAS/USP), além de integrantes da Assessoria de Assuntos Internacionais (AINT), Companhia Ambiental de São Paulo (CETESB), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), além do vice-cônsul comercial do Canadá, Patrick Courcelles.

Na ocasião, foram realizadas algumas apresentações técnicas. Inicialmente, Ricardo Hirata, apresentou os aspectos gerais do Projeto Temático, a ser submetido futuramente à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A seguir, os coordenadores de alguns módulos, Claudia Varnier, Juliana G. Freitas, Paul Dale e Tatiana Tavares, fizeram breves apresentações abrangendo os objetivos, atividades previstas e os produtos esperados. Por fim, a pesquisadora Claudia Varnier apresentou os principais aspectos do município de Bauru e arredores, considerada como área potencial de estudo do referido projeto.

No período da tarde, procederam-se as discussões com o intuito de estabelecer os próximos passos, bem como o estabelecimento de prazos das ações e dos produtos a serem entregues.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Pesquisadoras do Instituto Geológico participam do XX Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas

Sibele - Mesa Redonda

No período de 06 a 08 de novembro de 2018, as pesquisadoras do Núcleo de Hidrogeologia, Amélia João Fernandes, Claudia Varnier e Sibele Ezaki participaram do “XX Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas”, realizado na cidade de Campinas (São Paulo). Este evento, organizado pela ABAS (Associação Brasileira de Águas Subterrâneas), é o mais prestigiado evento de hidrogeologia no Brasil. No total, foram apresentados 173 trabalhos técnicos, distribuídos em 08 sessões orais e 03 sessões painéis. Salientam-se também 10 mesas redondas e 04 palestras, abrangendo temas como legislação de águas subterrâneas, impactos ocasionados por atividades mineradoras, mercado de águas e privatização de aquíferos, água na indústria, desafios para o uso da água subterrâneas em áreas rurais, hidrogeologia de ambientes cársticos, aplicação de isótopos ambientais em hidrogeologia, situação de outorga de águas subterrâneas, aquíferos fraturados, entre outros.

A pesquisadora Amélia João Fernandes proferiu a palestra “Estudos em aquíferos fraturados: avanços e desafios” na mesa redonda intitulada “Aquíferos fraturados: onde está a água e para onde vai o contaminante?”, além de apresentar o trabalho “Caracterização dos grupos de fraturas e identificação dos mais transmissivos em aquífero cristalino, em São Paulo (SP)”.

A pesquisadora Claudia Varnier, por sua vez, apresentou o trabalho “Nitrato nas águas subterrâneas no Estado de São Paulo: como desarmar essa bomba relógio?”, bem como foi uma das integrantes da Comissão Científica.

Por fim, a pesquisadora Sibele Ezaki apresentou o trabalho “Isótopos de 14C e 4He na datação das águas subterrâneas do Aquífero Tubarão, porção leste da Bacia do Paraná no Estado de São Paulo” e mediou a mesa redonda intitulada “Fronteiras do conhecimento em hidrogeologia: aplicação de isótopos ambientais”.

A participação das pesquisadoras no referido evento permitiu divulgar parte dos resultados dos projetos desenvolvidos no Núcleo de Hidrogeologia, alguns deles em parceria com instituições brasileiras (p.e. CEA/UNESP, CEPAS/USP, CPRM, DAEE, IPT) e estrangeiras (AIEA).

Com a participação neste congresso foi possível também conhecer diversos trabalhos desenvolvidos no território brasileiro, permitindo uma troca de conhecimentos e interação com outras instituições.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Defesa Civil e Instituto Geológico promovem o 10° Seminário para redução de riscos e desastres no Estado de São Paulo


No dia 7 de dezembro, o Instituto Geológico (IG), da Secretaria do Meio Ambiente (SMA), e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), da Casa Militar do Governo de São Paulo, promoverão o: “X Seminário Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo”. O evento será realizado no Espaço de eventos “Márcia Maria Rebouças” do Instituto Biológico, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252 – Vila Mariana, São Paulo, SP, a partir das 8h30.

O seminário tem como objetivo avaliar estratégias e ações de redução de risco e desastres desenvolvidas em 2018, em diferentes níveis governamentais. Serão enfatizadas as relações da gestão de risco de desastres em barragens, o mapeamento de risco participativo e o avanço de aplicações tecnológicas.

Espera-se que as instituições participantes estabeleçam uma agenda de trabalho e de aprofundamento dos temas do evento, em especial, a melhoria e compartilhamento de informações, o entendimento de conceitos e métodos de mapeamento de risco e suas relações com as mudanças climáticas, em busca do fortalecimento dos vínculos institucionais e da melhoria da gestão de risco de desastres nos próximos anos.

Ainda durante o seminário haverá assinaturas da Renovação do Termo de Cooperação Técnica entre Secretaria do Meio Ambiente (Instituto Geológico) e Casa Militar (Coordenadoria Estadual de Defesa Civil); Assinatura de resolução conjunta sobre que trata sobre a Segurança de Barragens de Mineração e de Transformação Mineral no Estado de São Paulo; Assinatura de Termo de Cooperação Técnica entre Secretaria do Meio Ambiente – Instituto Geológico e Casa Militar-Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil e o Anúncio da assinatura do contrato para avaliação e mapeamento de risco (escalas regional e local) de parte da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP – trechos norte/ oeste/ sudoeste/ sudeste) e do Litoral Norte.

O evento é aberto aos interessados no tema, com foco em servidores públicos municipais e estaduais da área de gestão de risco e desastres, acadêmicos, sociedade civil organizada e setor empresarial.

Confira a programação preliminar CLICANDO AQUI.

para se inscrever no evento CLIQUE AQUI.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Artigos sobre climatologia são destaques na Revista do Instituto Geológico


A Revista do IG é de acesso aberto, e publica artigos relacionados às Geociências e áreas correlatas, inéditos e originais, de caráter científico ou tecnológico. Destina-se também à publicação de revisões, notas prévias, comentários, críticas e réplicas de artigos de temas ligados às Geociências. A partir de 1980, a Revista dá sequência ao periódico do Instituto Geográfico e Geológico, o I.G.G. (1943-1968), e aos boletins científicos da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, editados desde 1889. A Revista está indexada em bases nacionais e internacionais, tais como: SCOPUS, GeoRef, Latindex, Zoological Record, Periódicos CAPES, Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPeGeo. Nesse ano, a Revista do IG completou 38 anos de existência.

Acesse o último volume da revista 38(2) e os demais volumes da coleção no Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPEGeo, no link:


No volume 38(2) destacamos dois artigos que abordam temas relevantes na área de Climatologia.

O artigo “A Zona de Convergência do Atlântico Sul: uma visão e revisão críticas” de autoria de Rubens Junqueira Villela (IAG-USP) discute um dos tópicos mais comentados atualmente: a famosa ZCAS. Baseado em dados da literatura e por décadas de observação própria, o artigo aborda o conceito da ZCAS, sua relação com a sua congênere do Pacífico (Baiu), bem como sua influência nas precipitações no Brasil.

O outro artigo, de autoria de Frederico Luiz Funari (IAG-USP) e José Roberto Tarifa (Labclima-UFMS), intitulado “Insolação, radiação solar global e radiação líquida no Brasil“, é uma adaptação, revisada e adaptada, da dissertação de mestrado do primeiro autor. Trata-se da análise espacial e temporal desses parâmetros meteorológicos em nível nacional, partindo-se dos dados da rede meteorológica brasileira. As aplicações desse estudo são importantes para as áreas de agricultura, recursos energéticos renováveis, entre outras.

Os outros artigos que compõem o volume tratam de estudos sobre contaminação de águas subterrâneas no estado do Ceará: “Estudo hidroquímico do Aquífero Barreiras no Município de Eusébio, Ceará” e “Vulnerabilidade natural e perigo de contaminação do Sistema Aquífero Dunas na região norte do Município de Aquiraz, Ceará”, de autoria, respectivamente, de Rafael Mota de Oliveira et al. e Karen Vendramini de Araújo e al. Tais estudos apontam diretrizes importantes para a proteção dos recursos hídricos subterrâneos em áreas de expansão urbana acelerada.

Convidamos todos os colegas a submeterem artigos científicos para a Revista do Instituto Geológico.

Atenciosamente,

O Corpo Editorial

Sumário do volume 38(2):

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Instituto Geológico realizou o 8º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG

 Mesa de Debates
Orientadores com Bolsistas e Professores da E. E. Maestro Fabiano Lozano
Entrega de Certificados aos Bolsistas

No dia 29 de maio de 2018, o Instituto Geológico (IG) realizou o “8º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG (8º SICIG)”, na sede da instituição. O seminário foi organizado pelo Comitê do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Geológico (PIBIC-IG).

A 8º edição do evento celebrou as comemorações dos dias do Geógrafo (29/05) e do Geólogo (30/05) e antecipou as comemorações da Semana do Meio Ambiente.

Com uma visão multidisciplinar, o seminário teve uma temática moderna, atraindo profissionais da área de geociências, professores, estudantes e o público, em geral. Na ocasião, foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos bolsistas de Iniciação Científica, categorias Ensino Médio e Ensino Superior, que fomentaram debates sobre diversos temas na área de Geociências e Meio Ambiente.

A abertura do 8º SICIG foi realizada pela Diretora Geral do Instituto Geológico, Luciana Martin Rodrigues Ferreira, que ressaltou o importante papel da instituição na formação acadêmica dos bolsistas, lembrando que vários pesquisadores da instituição já foram bolsistas ou estagiários, anteriormente. Em seguida, a coordenadora do Comitê do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC-IG), Claudia Varnier, apresentou o histórico deste programa, com enfoque na missão, números de bolsas concedidas e bolsistas contemplados, bem como as áreas de interesse. No final da apresentação, formou-se a mesa redonda, mediada pelo Dr. Ricardo Vedovello (IG), membro do Comitê PIBIC-IG e que contou, além da presença da Dra. Claudia Varnier (IG), do Dr. José Luiz Albuquerque Filho (IPT), membro do Comitê Externo PIBIC-IG, Wellington Henrique dos Santos, ex-bolsista PIBIC-IG (Ensino Superior) e Maurício Santos de Jesus, ex-bolsista PIBIC-IG (Ensino Médio). As discussões que se sucederam abordaram, sobretudo, a importância do programa na formação dos bolsistas, e como esta experiência possibilitou que eles se tornassem pessoas mais sensíveis à relação entre o homem e as ciências naturais, principalmente a geociências.

No total, foram apresentados 08 trabalhos. As quatro primeiras apresentações foram dos bolsistas do Ensino Médio, cujos temas abordados incluíram: georreferenciamento do acervo digital de fotografias aéreas do IG, nas regiões do Vale do Ribeira e Litoral Norte de São Paulo, uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) na prevenção de eventos geodinâmicos e totais pluviométricos em Ubatuba e inventário de desastres relacionados a eventos geodinâmicos no Estado de São Paulo. Os quatro últimos trabalhos foram proferidos pelos bolsistas do Ensino Superior, dos quais abordaram-se os seguintes temas: análise da expansão urbana em áreas suscetíveis em Mairiporã, reavaliação do mapeamento da geomorfologia cárstica nos planaltos Lajeado-Bombas e Furnas-Santana, no Vale do Ribeira, mineralogia de paleossolos do planalto de Monte Verde, Serra da Mantiqueira e o uso de aluminas ativadas e modificadas com manganês, no tratamento de águas com flúor.

CADERNO DE RESUMOS

Os trabalhos apresentados no âmbito deste evento serão, em breve, disponibilizados no Caderno de Resumos do 8º SICIG.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Workshop para Proteção das Águas Subterrâneas reúne técnicos brasileiros e canadenses


Assinatura da Carta de Intenções entre o Secretário de Meio Ambiente e o Cônsul Geral do Canadá


Participantes em viagem de campo


Projeto conjunto entre o Water Institute e o Governo do Estado de São Paulo


No período de 7 a 9 de maio a Secretaria do Meio Ambiente, através da Assessoria de Assuntos Internacionais (AINT), do Instituto Geológico (IG), Fundação Florestal (FF), Instituto Florestal (IF) e Companhia Ambiental de São Paulo (CETESB), receberam a visita de três renomados pesquisadores do Water Institute (WI), da Universidade de Waterloo, Canadá, para 3 dias de trabalho no tema de Proteção das Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo.



Na manhã do primeiro dia foram abertos os trabalhos com a presença dos diretores das instituições mencionadas, bem como do Secretário do Meio Ambiente, Maurício Brusadin, e do Cônsul Geral do Canadá em São Paulo, Stéphane Larue.



Após apresentação da Secretaria do Meio Ambiente, os pesquisadores Roy Brower, Philippe van Capellen e Neil Thomson apresentaram o Water Institute, instituição de pesquisa interdisciplinar em recursos hídricos, que através do fortalecimento de redes internacionais colaborativas, promove a educação e a transferência de conhecimento do meio científico para os diversos grupos de interesse, de modo a levar à implementação de soluções inovadoras e de políticas públicas. A missão do Water Institue é ser um líder internacional na geração de avanços no uso sustentável e gerenciamento da água para o benefício do meio ambiente, da economia e da sociedade.



No período da tarde do primeiro dia foram realizadas apresentações do IG, Instituto de Geociências da USP, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), CETESB e FF relativas aos projetos desenvolvidos no Aquífero Bauru, sobre balanço hídrico, e rede de monitoramento de qualidade da CETESB, bem como gestão de áreas contaminadas e gestão das Unidades de Conservação do Estado de São Paulo.



No segundo dia foi feita viagem de campo para a região de Brotas, em que foram visitados locais de interesse dentro da APA Corumbataí (cuja gestão é feita pela Fundação Florestal), que tem a função de proteger as áreas de recarga do Aquífero Guarani. Também foi visitado o Centro de Pesquisas em Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA/USP), localizado junto à Represa do Lobo, Itirapina, onde o professor Edson Wendland apresentou as pesquisas que desenvolve relacionadas à recarga do Aquífero Guarani.



No terceiro dia, os pesquisadores e técnicos do IG, FF, IF, CETESB, AINT e Water Institute, com a importante colaboração dos convidados presentes (IGc-USP, UNIFESP e IPT) trabalharam exaustivamente na delineação de um projeto de pesquisa conjunto, traçaram uma estratégia para captação de recursos e definiram um cronograma das atividades iniciais. O tema principal do projeto é a proteção da quantidade e qualidade do Aquífero Bauru, que abastece integralmente mais da metade dos municípios da porção ocidental do Estado de São Paulo, abordando tanto áreas urbanas como rurais, com atenção ao papel dos diversos tipos de cobertura vegetal no fornecimento de serviços ecossistêmicos e para o fortalecimento da segurança hídrica, em especial no cenário das mudanças climáticas.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Pesquisadoras do IG e do IPT apresentam os resultados finais do Projeto de Pesquisa em Reunião no Sindicato Rural de Bastos

Foto: Tatiana Tavares

No dia 23 de maio de 2018, as pesquisadoras Claudia Varnier, do Núcleo de Hidrogeologia do Instituto Geológico (IG/SMA), e Tatiana Tavares, do Centro de Tecnologias Geoambientais (CTGeo) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), apresentaram os resultados finais do Projeto de Pesquisa intitulado “Avaliação da Contaminação por Nitrato nas Águas Subterrâneas do Sistema Aquífero Bauru, na Área Rural do Município de Bastos (SP)”, em reunião ocorrida no Sindicato Rural de Bastos. O objetivo principal deste estudo consistiu em avaliar e caracterizar a contaminação de nitrato nas águas subterrâneas frente às atividades agropecuárias na área rural do município homônimo, definindo as principais fontes potenciais, bem como a proposição de medidas de mitigação do problema, incluindo boas práticas na avicultura, e de proteção aos recursos hídricos subterrâneos. Salienta-se que esta pesquisa contou com o apoio dos pesquisadores do IG/SMA e está inserida no projeto maior, intitulado “Estudos de Restrições em Aquíferos no Alto Aguapeí e Alto Peixe (Bauru e Guarani)”, cujo tomador de recursos financeiros junto ao Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) é o IPT, sob a coordenação geral da pesquisadora Tatiana Tavares.

Após a apresentação dos resultados, realizou-se uma discussão do tema em pauta, com enfoque nas propostas de medidas de proteção das águas subterrâneas (p.e. gerenciamento de poços contaminados por nitrato, possibilidade de uso da água contaminada na avicultura, procedimentos sobre proteção sanitária dos poços, perfuração de novas captações, disposição e gerenciamento do resíduo) e as próximas etapas.

A reunião contou com a participação do diretor presidente do Sindicato Rural de Bastos, Sr. Katsushide Maki, além dos senhores Yasushiko Yamanaka e Wellington Koga, ex-diretores da entidade e atualmente representantes efetivos de Bastos junto à Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP).

Em breve, tais resultados serão apresentados em reunião do Comitê de Bacias do Aguapeí-Peixe.