quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Grupo de Trabalho apresenta Relatório de Segurança de Barragens no Estado de São Paulo

Apresentação da Dra. Sonia Aparecida Abissi Nogueira

Em reunião realizada no dia 03/07/2019 o Grupo de Trabalho (GT) instituído pelos Secretários de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente/SIMA e da Casa Militar do Gabinete do Governador/CMIL, por meio da Resolução Conjunta SIMA-CMIL 1 de 29/01/2019, apresentou às Agências Fiscalizadoras e ao Ministério Público o Relatório de Segurança de Barragens no Estado de São Paulo O GT teve Coordenação Geral de Gláucio Attorre Penna, Subsecretário de Infraestrutura da SIMA e Coordenação Técnica de Sonia Aparecida Abissi Nogueira, pesquisadora do Instituto Geológico (IG), que realizou a exposição do relatório destacando suas principais conclusões e recomendações. O documento encontra-se disponível online no site da SIMA, para acesso e conhecimento de todos os interessados.

O relatório apresenta os resultados das atividades do GT, responsável pelo levantamento, atualização e análise de informações relativas à situação de risco das barragens no Estado de São Paulo, e pela recomendação de medidas voltadas para contribuir com o aperfeiçoamento e ampliação da segurança das barragens enquadradas na Política Nacional de Segurança de Barragens – PNSB (Lei Federal 12.334/2010) e, consequentemente, contribuir com a continuidade das operações de forma responsável e segura.

Sobre o Grupo de Trabalho

O GT teve um prazo de 90 dias, entre fevereiro e abril de 2019, para a realização dos trabalhos, os quais abrangeram todos os tipos de usos de barragens incluídos na PNSB: de disposição de rejeitos de mineração; de acumulação de resíduos industriais; de acumulação de água para usos múltiplos; e de acumulação de água para geração hidrelétrica. Reuniu nos seus trabalhos operacionais representantes dos diversos órgãos do Estado de São Paulo relacionados com a temática, dentre eles o IG (Instituto Geológico), a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), a EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.), a CPGM (Coordenadoria de Petróleo, Gás e Mineração), a SUPEC (Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil), e o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Além desses, participaram do grupo, como colaboradores, representantes da ARSESP (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo), da ANM (Agência Nacional de Mineração), da ANA (Agência Nacional de Águas), da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), do Ministério Público do Estado de São Paulo, do DECONCIC (Departamento da Indústria da Construção e Mineração) da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), do CEPED (Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres no Estado de São Paulo) e da Escola Politécnica, ambos da USP (Universidade de São Paulo).

Para saber mais sobre a apresentação do relatório CLIQUE AQUI.



O Relatório completo está disponível AQUI

sexta-feira, 26 de julho de 2019

169 anos de Orville Adelbert Derby


No dia 23 de julho de 2019 comemorou-se o aniversário de nascimento de Orville Adelbert Derby (1851-1915), notável geólogo americano, naturalizado brasileiro, cuja vida foi inteiramente dedicada à geologia do Brasil. 

Segundo importante relato de Alpheu Diniz Gonsalves (1952), Orville A. Derby, o terceiro filho de Jonhn C. Derby e de Malvina A. Lindsay Derby, cresceu nas proximidades de Kelloggsville, sua cidade natal, em uma fazenda localizada na região de Finger Lakes, condado de Cayuga, estado de Nova York, cerca de 16 milhas a sudeste de Auburn.

Em 1869, aos 17 anos, Orville Derby ingressou na Universidade de Cornell, fundada em 1865 na cidade de Ithaca, sede do condado de Tompkins, onde seu grande interesse pela geologia constituiu motivo para que Charles Frederic Hartt (1840-1878), seu professor de geologia e geografia, o convidasse para acompanhá-lo em sua viagem ao Brasil, realizada no verão de 1870.

Nesta primeira viagem da Expedição Morgan, dirigida por Hartt, ainda como estudante, Derby esteve no estado de Pernambuco, ocasião em que, na companhia do naturalista DeBorden Wilmont, organizou uma importante coleção de fósseis da formação Maria Farinha, suplantando tudo aquilo que já se tinha feito neste sentido até então. No verão de 1871, na segunda viagem da Expedição Morgan, outra vez acompanhando Hartt, Derby retornou ao Brasil, desta vez para explorar o vale do Rio Amazonas. Nessa ocasião, realizou no baixo curso do Rio Tapajós uma importante coleta de fósseis carboníferos nos cálcários da formação Itaituba.

Entre 1871 e 1873, Derby deu continuidade aos seus estudos na Universidade de Cornell, onde se graduou em 1873. Nesta mesma universidade, Derby terminou seu doutorado em junho de 1874 e, nesse mesmo ano, sua tese "On the Carboniferous Braquiopoda of Itaituba, Rio Tapajós" foi publicada no Bulletin of Cornell University, Ithaca (vol. 1, nº 2).

Essa foi a primeira publicação de Derby sobre a geologia do Brasil. Segundo Alpheu Diniz, essa obra se destaca não só pelo valor da publicação em si, mas também pelo amor devotado à ciência que Derby muito bem demonstrou nesse trabalho, considerando as morosas e tediosas técnicas de dissolução que ele teve que empregar para separar e preparar os fósseis dos calcários silicificados da formação Itaituba, tarefa essa que certamente desanimaria a maioria dos jovens da sua idade.

O importante legado que Derby deixou no Brasil é evidenciado e reconhecido não só por importantes estudos geológicos e paleontológicos que ele aqui realizou desde sua juventude, cerca de 173 trabalhos (Alpheu Diniz op. cit), mas também pela valiosa contribuição que ele prestou na organização e construção de importantes entidades técnico-científicas brasileiras.



Derby no Brasil Imperial (1875 - 1877)

A Comissão Geológica do Império foi criada no final de 1874 com o objetivo de construir um mapa geológico do Brasil. Sua organização foi confiada ao seu idealizador, Charles Frederic Hartt, que teve como assistentes Richard Rathburn; John Casper Branner; Orville A. Derby e dois engenheiros brasileiros, Francisco José de Freitas e Elias Fausto Pacheco Jordão (1849-1901), este último o primeiro brasileiro a estudar Engenharia Civil na Universidade de Cornell, onde se doutorou em 1874, no mesmo ano do doutoramento de Orville Derby.

"As comissões geográficas e geológicas criadas nessa época fizeram trabalhos exemplares de investigação. A Comissão Geológica do Império (1875-1877), sob a direção do mesmo Hartt, conseguiu esclarecer em seus traços gerais a estrutura geológica brasileira, além de recolher cerca de 500 mil amostras de minerais. A despeito do seu êxito, a comissão foi desativada, em nome de uma duvidosa economia. Essa tem sido uma constante nos países subdesenvolvidos - sacrificar a ciência e a pesquisa tecnológica em favor de empreendimentos supostamente mais rentáveis, sob a ótica do imediatismo. Mesmo havendo na época, em escala mundial, um boom de investigação geológica estimulada pela procura de matéria-prima para as indústrias químicas e para a petroquímica”.



Museu Nacional (1879 - 1886)

No estado de São Paulo, Derby trabalhou no período de 1886 a 1904. À convite do governo da província de São Paulo, organizou a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, criada pela Lei Provincial nº9, de 27 de março de 1886, hoje Instituto Geológico de São Paulo.

A orientação que Derby adotou na organização e construção da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo evidencia não só a visão avançada e bastante atual de Derby sobre a utilidade social da ciência, mas também as grandes dificuldades que os estudos científicos sofrem em relação a interesses econômicos quase sempre imediatistas. Esse conflito de interesses, ainda bastante presente em nossa atual realidade, parece ter sido o maior problema que Derby encontrou no país que escolheu como pátria. 

Segue o texto da orientação: "A proposta de seu primeiro diretor, o geólogo Orville Adelbert Derby, era de uma visão integrada da natureza, através de geologia, geografia, botânica, zoologia, climatologia, etnografia etc. Essa linha de trabalho, que pode ser qualificada de naturalista, durou até 1905, substituída com a implantação da exploração dos recursos naturais, com vistas a acompanhar e auxiliar o desenvolvimento do capitalismo. A Comissão Geográfica e Geológica, como tal, permaneceu até 1931, destacando-se como produtos de sua atuação a realização de cartas geológicas, geográficas e topográficas do estado; os primeiros levantamentos de nossa fauna e flora; pesquisas com ênfase ao petróleo e à apatita; entre outros".


Derby e a ciência no Brasil

Ainda em relação ao aspecto político acima enfatizado, parece-nos que Derby, ao estabelecer os rumos de suas ações científicas na direção da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo e, como veremos mais adiante, também na direção do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, já tinha plena consciência da situação de confronto que iria enfrentar e que deve realmente ter enfrentado durante sua permanência na direção daquela instituição governamental. Esta percepção ganha respaldo e vida quando se reflete um pouco sobre as opiniões que Derby tinha a respeito do estado da ciência no Brasil, anteriormente publicadas na revista Science, em 1883. Pela importância que essas opiniões de Derby assumem no entendimento das dificuldades dos homens que lutaram no passado e daqueles que ainda lutam pela manutenção e crescimento da pesquisa científica no Brasil, transcrevemos a seguir as preciosas considerações de Pereira da Silva (1998) a esse respeito:

"Em 1876, o cientista norte-americano Orville A. Derby (1851-1915), que viera para o Brasil a convite para trabalhar na recém-criada Comissão Geológica do Império, trabalhara no Museu Nacional. Na década de 1870, ele enviara para a revista Science um artigo no qual retratara fielmente o estado da ciência no Brasil da época. Naquele artigo, publicado sem o nome do autor, ele apontara algumas características que atualmente marcam a vida científica brasileira. Ele escrevera, dentre outras coisas:

'Os últimos dez ou quinze anos testemunharam um acentuado despertar do Brasil para a importância da pesquisa científica e a inauguração do que pode ser chamado com justiça de um novo movimento, do qual - pelo que sabemos - nenhuma divulgação foi até agora feita para o mundo exterior; enquanto os próprios brasileiros, em sua maioria, talvez ainda desconheçam a importância e a promessa da atividade científica desenvolvida em seu meio por um pequeno grupo de trabalhadores dedicados. [...] Os brasileiros, com poucas e honrosas exceções, se satisfazem em receber de segunda mão os conhecimentos da história natural de seu próprio país e raramente se empenham por conta própria para suplementar e corrigir o trabalho dos naturalistas estrangeiros, em grande parte necessariamente incompleto e incorreto. 

O governo, até recentemente, também não assegurou ajuda bem dirigida e regular para as investigações científicas; embora tenha mantido por muitos anos, com despesa considerável, departamentos científicos em todas as instituições superiores do saber e em estabelecimentos como o Observatório Nacional e o Museu Nacional. [...] Devido à má organização ou ao apoio insuficiente, os resultados científicos de todos esses esforços foram, contudo, de pouco valor. [...] Por longo período, o que passava por ciência no Brasil era caracterizado por uma quase total ausência de investigação; e, embora houvesse muitos nomes com uma reputação local e mesmo nacional, como professores ou escritores de assuntos científicos, era difícil encontrar qualquer contribuição sólida tanto no campo das ciências físicas como no das ciências naturais. Hoje ainda há muitas reputações que não têm como base um trabalho original de mérito' (O. A. Derby in, "O Estado da Ciência no Brasil", Science, vol. 1, nº 8, 1883, pp. 214 -221).


Passos de Derby em São Paulo

Na sua gestão frente aos destinos da Comissão Geográfica e Geológica no Estado de São Paulo, as atividades de Orville Derby foram marcadas por importantes ações e acontecimentos:

1896 - A criação do IAG de São Paulo. O Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade do Estado de São Paulo originou-se na Comissão Geográfica e Geológica do Estado do São Paulo, criada pela Lei Provincial nº9, de 27 de março de 1886, chefiada pelo geólogo americano Orville A. Derby.

1896 - A preocupação de Derby com o meio ambiente. "Em São Paulo, a primeira área de preservação a ser criada foi o Horto Botânico (atual Horto Florestal), situado no sopé da Serra da Cantareira, na capital, por iniciativa de Orville Derby, Francisco de Paula Ramos de Azevedo e Albert Loefgren, em 1896."

Derby e a história do Brasil. "Orville Derby, estudioso de mapas antigos, assinala que no Atlas de Kurstman, datado de 1503, se encontravam duas referências: Rio São Vicente e Porto de São Vicente, depois da ilha de São Sebastião e antes de Cananeia, na mesma latitude de São Vicente atual."

A geologia de Derby na obra de Euclydes da Cunha. Em 13 de julho de 1899, Derby visita Euclides da Cunha em São José do Rio Pardo (SP). "Vindo da capital de São Paulo, esteve nesta cidade em dias da semana passada de visita ao Dr. Euclides da Cunha, o notável homem de ciências Dr. Orville Derby, chefe da Comissão Geográfica e Geológica do Estado."

Fontes
DINIZ GONSALVES, A. - Orville A. Derby's Studies on the Paleontology of Brazil. Rio de Janeiro, 1952.
TOSATTO, Pierluigi. Orville A. Derby "O Pai da Geologia do Brasil" - DNPM - Museu de Ciências da Terra; CPRM - Serviço Geológico do Brasil, 2001.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Novo Volume da Revista do Instituto Geológico é dedicado ao Antropoceno no Estado de São Paulo

Foto: Alex U.G. Peloggia

Este número especial da Revista do Instituto Geológico apresenta pesquisas desenvolvidas em São Paulo acerca da atividade geológica humana e seus registros, por meio de abordagens com enfoques diversificados –estratigráfico, geomorfológico, geoecológico, pedológico etc.–, que vêm sendo desenvolvidas por pesquisadores de diversas partes do Estado ao longo das últimas três décadas.

A organização desse número contou com a colaboração do geólogo Alex Ubiratan Goossens Peloggia, estudioso dos processos e registros geológicos antropogênicos.

Os artigos abordam a temática em diferentes contextos geográficos e históricos, ao longo do século XX até a atualidade. Estão relacionados à apropriação do território, notadamente à urbanização, no Oeste Paulista/Planalto Ocidental (A Urbanização do Oeste Paulista e a Formação de Feições Tecnogênicas, de Silva e colaboradores, e Aloformação Andradina, de Oliveira & Queiroz Neto), na Depressão Periférica paulista/região de Campinas (Tecnossolos Úrbicos do Parque Ribeirão das Pedras, de Putrino & Ladeira) e na Região Metropolitana de São Paulo (Antropoceno e Mudanças Geomorfológicas, de Rodrigues e colaboradores, e Formação de Novos Biomas em Terrenos Tecnogênicos, de Peloggia e colaboradores).

Tais contribuições vêm se juntar ao crescente número de pesquisas desenvolvidas em São Paulo, no Brasil e no mundo, que marcam aspectos decisivos para a construção da atual perspectiva do Antropoceno como época geológica e de seus processos antropogênicos precursores.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Semana do Meio Ambiente tem programação especial no MUGEO

Visita monitorada

CONHECER PARA PRESERVAR...

Para comemorar a Semana Do Meio Ambiente de 2019 O Museu Geológico – MUGEO realizou oficinas para o os visitantes, nos dias 8 e 9 de junho, em horários previamente definidos.

As oficinas tiveram como objetivos, primeiro, repassar conhecimentos e noções de evolução sobre as formas de vida que existiram nos diversos períodos geológicos da Terra. Os monitores expuseram de modo lúdico e sempre interagindo com público, destacando a participação dos jovens, e com uma linguagem acessível à diversidade de público.

Em segundo lugar, a partir do conhecimento de alguns processos que afetaram a vida na Terra, mostrar a importância dos recursos naturais, e o quanto eles estão interligados e dependentes, e que as ações dos seres humanos podem levar à destruição ou preservação dos diferentes tipos de ambientes terrestres e aquáticos.

Alguns exemplares de minerais e fósseis foram escolhidos para as explicações, citando características de períodos do tempo geológico, e de que maneira as condições climáticas, a queda de meteoritos, e questões de sobrevivência e adaptação afetaram o desaparecimento e também surgimento de espécies animais e vegetais.

Na sala da Comissão Geográfica e Geológica – CGG, os monitores relataram as fotos e objetos da época, contando a história do Estado de São Paulo, com suas descobertas e os recursos naturais existentes nas regiões exploradas pelos antigos pesquisadores.

Ao final, os interessados manifestaram seus questionamentos, e após as explicações agradeceram o conhecimento adquirido.

Serviço:

O Museu Geológico está situado no Parque da Água Branca, localizado na Avenida Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca. São Paulo – SP.

Aberto ao público de terça a domingo, das 9 às 17 horas.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

MUGEO participa das comemorações do aniversário de 90 anos do Parque da Água Branca

Interação com o público

A equipe do Museu Geológico – MUGEO participou das comemorações do aniversário de 90 anos do Parque da Água Branca, no dia 1º de junho de 2019.

O MUGEO, que é uma das atrações do Parque da Água Branca, participou do espaço expositivo aberto ao público, mostrando seus folders e livretos , além de exemplares de livros e revistas produzidos pelo Instituto Geológico – IG. Esta iniciativa teve como objetivo divulgar o MUGEO e os trabalhos do IG para conhecimento dos visitantes.

A equipe esteve presente das 10 até 16 horas, tirando dúvidas do público interessado, informando sobre o acervo do MUGEO e os serviços executados pelo IG.

No período da manhã, contamos com a presença do subsecretário do Meio Ambiente, Eduardo Trani, e à tarde, do Secretário de Infraestrutura, Marcos Penido.

Durante o evento, aconteceram várias atividades, com destaque para a Banda e Coral da Polícia Militar, apresentação da Cavalaria, do Grupo dos Escoteiros, Tecnologias da CETESB e da SABESP, conscientização sobre a Dengue e aplicação de Vacinas.

Desde 1982, o MUGEO funciona dentro do Parque Doutor Fernando Costa, ou Parque da Água Branca, como é mais conhecido. Possui uma visitação anual média de 60 mil pessoas e cerca de 300 m2 de área expositiva. O MUGEO oferece visitas monitoradas a grupos organizados, a escolas públicas e particulares, além de promover exposições temporárias e itinerantes.

Serviço:

O Museu Geológico está situado no Parque da Água Branca, localizado na Avenida Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca. São Paulo – SP.

Aberto ao público de terça a domingo, das 9 às 17 horas.

mugeo.sp.gov.br

terça-feira, 4 de junho de 2019

Instituto Geológico realizou o 9º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG

Organizadores, participantes, orientadores e bolsistas

No dia 30 de maio de 2019, o Instituto Geológico (IG/SIMA) realizou o “9º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG (9º SICIG)”, no Espaço de Eventos Márcia M. Rebouças – Instituto Biológico, organizado pelo Programa de Iniciação Científica do Instituto Geológico (PIBIC-IG).

Como normalmente acontece, no final do mês de maio, em meio às comemorações dos dias do geógrafo e do geólogo e antecedendo a Semana do Meio Ambiente, este evento é uma grande oportunidade que os bolsistas, alunos dos ensinos médio e superior, têm para divulgar e disseminar os resultados de seus projetos de pesquisa, desenvolvidos ao longo dos últimos 10 meses, sob a orientação dos técnicos do IG/SIMA.

A 9º edição do evento contou com a ilustre presença da Subsecretária de Articulação da Capital e Grande São Paulo da Secretaria da Educação, Maria Elizabeth Gambini, que expôs um breve cenário a respeito a sistema de ensino público paulista e reformas previstas no setor, além de citar a importância do 9º SICIG e da necessidade em divulgá-lo às grandes mídias.

A abertura do 9º SICIG foi realizada pela Diretora Geral Substituta do Instituto Geológico, Rosângela do Amaral, que destacou a importância em se valorizar a pesquisa e educação em nosso País. Em seguida, a coordenadora do PIBIC-IG, Claudia Varnier, ressaltou o importante papel da instituição na formação acadêmica dos bolsistas, e que conhecimentos como os apresentados durante o seminário precisavam ser divulgados e ampliados para que as pesquisas contribuam também para as próximas gerações.

A seguir, o Tenente Tiago Luiz Lourençon, da Divisão de Prevenção da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil, proferiu a palestra “Defesa Civil e sua Relação com as Geociências e a Educação”, envolvendo a participação de estudantes do ensino médio. Na sequência, ocorreram breves apresentações sobre projetos desenvolvidos pelas pesquisadoras do IG/SIMA, Amélia João Fernandes, Rosângela do Amaral e Sibele Ezaki, e de um dos membros do Comitê Externo, Prof. Dr. Emerson Galvani do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo, que trataram de temas atuais e relevantes às Geociências. Tais projetos e tantos outros, em andamento ou já finalizados, contam ou já contaram com a participação dos bolsistas de iniciação científica.

Posteriormente, todos os palestrantes, além da Subsecretária Maria Elisabeth Gambini, foram convidados a compor a mesa redonda, cujo assunto em pauta foi “Projetos de Pesquisa e a Iniciação Científica”. As discussões que se sucederam abordaram assuntos como: i) importância da iniciação científica na formação dos bolsistas; ii) papel do orientador na iniciação científica; iii) critérios adotados pelos orientadores na seleção dos bolsistas; iv) motivos que levaram os palestrantes a seguirem o caminho da pesquisa científica.

Esta edição do evento contou com a presença de 38 participantes, incluindo estudantes dos ensinos médio e superior, coordenadores de escola, funcionários do IG/SIMA e demais pesquisadores da área das geociências.

No total, foram apresentados 09 trabalhos, sendo quatro do ensino médio e cinco do ensino superior. As quatro primeiras apresentações foram dos bolsistas do ensino médio, cujos temas citados incluíram: i) plano de contingência para eventos de inundação em escola pública no município de Ubatuba; ii) georreferenciamento do acervo digital de fotografias aéreas do Litoral Norte e Vale do Ribeira, ambos no estado de São Paulo; iii) critérios descritivos de documentos fotográficos, para organização e inserção de imagens de desastres naturais e de eventos geodinâmicos em bancos de dados. Por sua vez, os cinco últimos trabalhos foram proferidos pelos bolsistas do ensino superior, com os seguintes temas: i) aplicação de entrevistas para estimativa de danos decorrentes das inundações do Córrego Ipiranga (SP); ii) análise multitemporal dos coeficientes de permeabilidade na Bacia Hidrográfica do Córrego Ipiranga (SP); iii) variação temporal da radiação solar global e da transmissividade atmosférica global na cidade de São Paulo; iv) estado da arte sobre sistemas de alerta/aviso de eventos meteoceanográficos extremos; v) cadastro de desastres relacionados a eventos geodinâmicos no estado de São Paulo em 2018.

CADERNO DE RESUMOS

Reunidas na forma de resumos simples ou expandidos, produzidos pelos próprios bolsistas, as pesquisas de iniciação científica apresentadas no 9º SICIG estarão em breve sendo disponibilizadas em um Caderno de Resumos.

As inscrições para as bolsas de iniciação científica PIBIC-IG 2019-2020 encontram-se abertas até o dia 14/06 ENSINO MÉDIO e ENSINO SUPERIOR.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

“Semana Nosso Ambiente” tem programaçõa especial no MUGEO

Museu Geológico - MUGEO

CONHECER PARA PRESERVAR….

As comemorações da Semana Do Meio Ambiente no Museu Geológico (MUGEO) do Instituto Geológico de São Paulo serão realizadas no final de semana, dias 8 e 9 de junho de 2019, com oficinas monitoradas para o público visitante, em horários previamente definidos:

Dia 8 de junho – sábado – 15h da tarde

Dia 9 de junho – domingo – 11h da manhã e 15h da tarde

O MUGEO reúne um importante acervo geocientífico composto por exemplares de minerais, rochas, fósseis, documentos e demais objetos, muitos dos quais oriundos dos trabalhos desenvolvidos pela antiga Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo (CGG).

O Museu Geológico está situado no Parque da Água Branca, localizado na Avenida Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca. São Paulo – SP.

Aberto ao público de terça a domingo, das 9 às 17 horas.

mugeo.sp.gov.br

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Republicação da obra "Fundamentos geológicos do relevo paulista" de autoria do Prof. Fernando F.M. Almeida

Foto: Pedra do Baú, São Bento do Sapucaí (SP) Autor: Almeida, F.F.M. - 1964 


No volume 39(3) da Revista do Instituto Geológico é republicada a obra clássica "Fundamentos geológicos do relevo paulista" de autoria do Prof. Fernando Flávio Marques de Almeida, originalmente publicada no Boletim do Instituto Geográfico e Geológico, número 41 (p. 169-263) em 1964 e mais tarde pelo Instituto de Geografia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em Teses e Monografias (n. 14) em 1974. Ainda nos dias de hoje, trata-se de importante referência para os estudos geológicos e geomorfológicos no Estado de São Paulo.

Para a republicação foi feita a editoração eletrônica do texto e das ilustrações, algumas destas obtidas do acervo de fotografias do Prof. Fernando F.M. Almeida, coletadas durante a publicação do livro "Geologia do continente Sul-Americano: evolução da obra de Fernando Flávio Marques de Almeida", gentilmente cedidas pela equipe editorial do livro e pela família do professor Almeida. A obra é precedida por um artigo do Prof. Celso Dal Ré Carneiro (UNICAMP), que resgata a contribuição de "Fundamentos geológicos do relevo paulista" para a comunidade geocientífica.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Dr. Geólogo Jair Santoro durante treinamento PPDC

O Pesquisador Científico Dr. Jair Santoro, diretor do Núcleo de Geologia e Engenharia Geral e Ambiental do Instituto Geológico (IG), participará de entrevista ao vivo que será transmitida no Portal de Educação Ambiental da Coordenadoria de Educação Ambiental (CEA), da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) no dia 15 de maio de 2019 às 15h00.

Entre os assuntos que serão abordados, destacam-se: técnicas de mapeamento de áreas de risco, política estadual de prevenção de desastres naturais e redução de riscos geológicos (PDN), planos preventivos de defesa civil (PPDC), aspectos e feições de risco geológico, noções sobre procedimentos e reconhecimento de situações potencialmente perigosas aos escorregamentos de encostas, ações preventivas, entre outros.

Essa será uma oportunidade para as prefeituras e gestores dos núcleos de defesas civis municipais conhecerem melhor o tema e se planejarem para o curso preparatório para a Operação Verão, oferecido pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) da Casa Militar no segundo semestre.

O tema é de grande interesse público, especialmente para prefeituras, que devem fazer a gestão de risco de desastres, mas também para entidades que se mobilizam no apoio às prefeituras.

Para fazer uma pergunta e assistir a entrevista CLIQUE AQUI.

terça-feira, 30 de abril de 2019

Instituto Geológico promove o 9° Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG



No dia 30 de maio de 2019, das 09h às 16h, o Instituto Geológico (IG) realizará o 9° SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC-IG, no Espaço de Eventos “Márcia M. Rebouças” no Instituto Biológico. O evento é organizado pelo Comitê Institucional do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Geológico (PIBIC-IG).

Na ocasião, serão apresentados os trabalhos de Iniciação Científica do PIBIC-IG (Ensino Superior) e PIBIC-IG Junior (Ensino Médio). Os trabalhos de Iniciação Científica têm caráter multidisciplinar e uma temática moderna, que refletem parte da produção científica do instituto. Profissionais, técnicos, professores e o público geral estão convidados a participar do referido evento.

Para ver a programação do evento CLIQUE AQUI

9° Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG
30 de maio de 2019
das 09h00 às 16h00
Espaço de Eventos “Márcia M. Rebouças”
Instituto Biológico
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1.252
Vila Mariana - São Paulo - SP

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Projeto de pesquisa do Instituto Geológico avaliará perdas e danos materiais em áreas atingidas pelas inundações do Córrego Ipiranga

 Aluna de iniciação científica em trabalho de campo
Altura máxima da inundação do começo de março


Em 24 de abril de 2019, o Instituto Geológico (IG) iniciou sua pesquisa de campo do projeto de iniciação científica intitulado: “Aplicação de entrevistas para estimativa de danos decorrentes das inundações do Córrego Ipiranga, São Paulo (SP)”, da aluna de iniciação científica Aline Rodrigues dos Santos e sua orientadora, a Pesquisadora Rosangela do Amaral.

O objetivo principal deste projeto é avaliar a abrangência territorial dessas inundações e quais foram os prejuízos causados. Para isso, a metodologia será a aplicação de questionários e realização de entrevistas com populares e residentes de áreas identificadas previamente como afetadas recorrentemente por inundações na bacia hidrográfica do Córrego Ipiranga, localizado na zona sul de São Paulo.

O questionário deverá abordar a frequência dos eventos, a elevação máxima que a água já alcançou (volume) e a estimativa de danos materiais.

Esse projeto de pesquisa de iniciação científica faz parte do Projeto de pesquisa, denominado “Análise integrada do ambiente urbano e as inundações recorrentes: caso da Bacia do Córrego Ipiranga, São Paulo/SP”.

Até o mês de maio pretende-se concluir o levantamento, e sua análise fará parte do relatório final do projeto de iniciação científica, previsto para julho.

Posteriormente os resultados serão publicados no Boletim do Instituto Geológico e o público terá acesso aos resultados da pesquisa.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Limeira recebe a exposição: “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo”


Entre os dias 02 a 30 de abril de 2019, no Espaço Expositivo do Museu Histórico e Pedagógico “Major José Levy Sobrinho” – Centro – Limeira (com entrada pela rua Treze de Maio, 102) toda população poderá conferir a exposição: “OS RIOS DA COMISSÃO GEOGRÁFICA E GEOLÓGICA DE SÃO PAULO”.

Essa exposição é composta por fotos históricas que retratam as expedições realizadas pela Comissão Geográfica Geológica entre 1886 a 1910, que percorreram os principais rios do estado de São Paulo: Paranapanema (1886); Paraná, Tietê, Feio (Aguapeí) e do Peixe (1905); e rio Grande e afluentes (1910).

A CGG foi patrocinada pela elite cafeeira, que por meio da ocupação do território “desconhecido” e apropriação econômica de seus recursos naturais, via em seus trabalhos a possibilidade de aumentar a produção e sua influência política. Foram realizados estudos, levantamentos cartográficos e relatos detalhados da geografia, geologia, climatologia, botânica, hidrografia e zoologia, da então Província de São Paulo e posterior Estado de São Paulo.

A exposição, ao apresentar ao público as mudanças ocorridas na paisagem natural do Estado de São Paulo ao longo de mais de cento e trinta anos, tem como objetivo despertar a reflexão sobre a importância pioneira desse trabalho, seu valor histórico, as causas e consequências para a atualidade.


Horários: de segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 13h às 17h.
Entrada: Gratuita.
Classificação: Livre.
Realização: MUGEO - Museu Geológico - Instituto Geológico - Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Apoio: Prefeitura Municipal de Limeira por meio da Secretaria de Cultura.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Comissão Geográfica e Geológica (CGG) foi criada há 133 anos

Levantamento dos detalhes topográficos em Salto dos Patos, Rio Grande - 1910

Em 27 de março de 1886 foi criada a COMISSÃO GEOGRÁFICA E GEOLÓGICA (CGG), tendo como finalidade a prestação de serviços à Província de São Paulo. Com a cafeicultura e o acelerado crescimento econômico da Província, surgiu a necessidade de se conhecer o território paulista. Assim, a CGG destinou-se a realizar pesquisas e levantamentos detalhados sobre o solo, clima, geomorfologia, geologia e hidrografia. O trabalho da CGG revelou-se extremamente importante para o processo de ocupação territorial no interior do Estado.

Entre suas realizações destacam-se as expedições exploratórias aos grandes rios. Assim como os antigos Bandeirantes, os pesquisadores utilizaram essas vias naturais de transporte para iniciar os levantamentos científicos. Os trabalhos da CGG duraram até 1931, e quase todos os produtos de suas pesquisas (mapas, relatórios, documentos fotográficos, além de equipamentos) passaram a pertencer a diversos órgãos e instituições de pesquisa, como o Instituto Geológico, o Instituto de Botânica, o Instituto Florestal, o Instituto Geográfico e Cartográfico, o Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos, o Museu Paulista, o Museu de Zoologia, o Museu de Arqueologia e Etnologia, o Instituto Astronômico e Geofísico, dentre outros.

Colaboraram na Comissão pesquisadores e naturalistas famosos, como: Theodoro Sampaio, Albert Loefgren, Orville Adelbert Derby, Francisco de Paula Oliveira, Luiz Felipe Gonzaga de Campos, entre outros.

A CGG, em 45 anos de existência, lançou diversas publicações, colaborando, com suas pesquisas, para o reconhecimento e planejamento do espaço territorial paulista. Deve-se ainda à CGG a aquisição e coleta de parte das coleções que atualmente compõem o acervo do Museu Geológico – MUGEO.

No Instituto Geológico foi criado em 2010, o Núcleo Curadoria do Acervo Histórico, que tem como objetivo identificar, organizar, descrever, preservar e divulgar o acesso às informações de uma importante documentação relativa aos estudos geocientíficos que nortearam a ocupação do solo no Estado de São Paulo. O acervo abrange o período entre 1886 e 1975 e seu objetivo maior é o de manter a conservação dessa documentação para as futuras gerações e permitir o fácil acesso às informações para pleno uso dos cidadãos e dos pesquisadores. Caso tenha interesse em realizar uma pesquisa documental, acesse as NORMAS DE UTILIZAÇÃO e veja como solicitar.

Em comemoração ao aniversário da CGG, o Instituto Geológico disponibiliza relatórios e fotografias.

Veja outras publicações disponíveis:





segunda-feira, 25 de março de 2019

Pesquisadora do Instituto Geológico profere palestra na semana Mundial da Água

mesa redonda

A pesquisadora do Núcleo de Hidrogeologia do Instituto Geológico (IG), Claudia Varnier, participou no dia 22 de março de 2019, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (CREA-RN), do Seminário Temático “Água: Um Direito Humano”, como parte das atividades organizadas pela Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município do Natal (ARSBAN), em celebração ao Dia Mundial da Água.

Na ocasião, a pesquisadora proferiu a palestra “Mitigação da Contaminação por Nitrato nas Águas Subterrâneas em Áreas Urbanas” e a seguir, participou de uma mesa redonda, junto com os demais integrantes, para um debate sobre o tema.

Além de Claudia Varnier, participaram da mesa redonda, o Prof. Dr. José Geraldo Melo (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN), a Profa. Dra. Vera Lúcia Lopes Castro (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN) e Marcelo Queiroz (Companhia de Água e Esgoto do Rio Grande do Norte – CAERN).

Salienta-se que o município de Natal é um dos mais emblemáticos casos brasileiros de contaminação por nitrato em área urbana e as experiências adquiridas pela equipe do IG, ao longo das últimas décadas sobre o assunto, foram de suma importância, uma vez que durante o seminário apresentou-se o cenário atual da contaminação em aquíferos e que acomete diversas cidades brasileiras, bem como a proposição de ações corretivas e preventivas para a mitigação do problema.

Este evento contou com a participação de aproximadamente 80 pessoas, compostas por profissionais na área de recursos hídricos, alunos, pesquisadores, funcionários das prefeituras municipais potiguares, entre outros.

quinta-feira, 14 de março de 2019

Instituto Geológico e Parque de CienTec da USP promovem exposição: “Mulheres na Paleontologia”

Cartaz de divulgação

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Instituto Geológico (IG) e o Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade de São Paulo (CienTec/USP) prepararam uma exposição comemorativa intitulada: “Mulheres da Paleontologia”. A amostra acontece no Parque CienTec/USP até o dia 31 de outubro, de segunda a sexta das 9h às 16h.

A exposição pretende, por meio de depoimentos em vídeo, mostrar o papel de um grupo de cientistas, mulheres, que atua em instituições no Estado de São Paulo. Neste sentido, foram entrevistadas paleontólogas que narram um pouco de suas trajetórias, experiências e dificuldades ao longo de suas carreiras. Essas paleontólogas se destacam, entre outras aqui não representadas, como nomes importantes na paleontologia nacional.

Ao mesmo tempo, a exposição proporciona o contato com alguns fósseis e publicações relacionados às áreas de atuação de cada uma delas.

O Estado de São Paulo é ocupado em grande parte por rochas sedimentares que contêm fósseis dos mais variados tipos e idades, desde 1 bilhão de anos até tempos quase atuais. Desde as primeiras explorações do território paulista no século XIX, houve muitas descobertas e avanços científicos no conhecimento dos fósseis, e graças ao protagonismo das mulheres, todo esse conhecimento é construído corroborando com os avanços das pesquisas paleontológicas.

Exposição: “Mulheres na Paleontologia”

De 08 de março até 31 de outubro
De segunda a sexta das 9h às 16h

Parque CienTec/USP
Av. Miguel Stéfano, 4.200
Água Funda – São Paulo – SP
(Em frente ao Jardim Zoológico)

REALIZAÇÃO:

Instituto Geológico – IG
Subsecretaria do Meio Ambiente
Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente

Parque de Ciências e tecnologia – CienTec/USP
Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária/USP
Universidade de São Paulo – USP

Governo do Estado de São Paulo

sexta-feira, 1 de março de 2019

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/IG concorrerá ao 16º prêmio destaque na iniciação científica e tecnológica do CNPq

Bolsista Ísis, ao centro, entre a Coordenadora Cláudia Varnier e Sibele Ezaki, sua orientadora

O Comitê PIBIC-IG anuncia que a ex-bolsista do Instituto Geológico, ÍSIS CRISTINA GARCIA SARAIVA, agraciada com o prêmio de melhor trabalho no 8° Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG (8º SICIG), e orientada pela Pesquisadora do Núcleo de Hidrogeologia, Sibele Ezaki e coorientada pela Profa. Dra. Mirian Chieko Shinzato, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), concorrerá ao 16º Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica, Edição 2018.

O projeto desenvolvido pela ex-bolsista, intitulado “Estudo de Remoção de Flúor de Águas Subterrâneas por Meio de Aluminas Ativadas com e sem Pré-Tratamento” avaliou o uso de aluminas ativadas comerciais (AN) e pré-tratadas com manganês (AP) na remoção de flúor do Aquífero Tubarão, no Estado de São Paulo.

A premiação foi instituída em 2003 pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e conta com a parceria da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A criação desse evento consiste em premiar os trabalhos de destaque entre os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq, considerando os aspectos de relevância e qualidade de seu relatório final de pesquisa, bem como premiar as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), e que contribuíram de forma relevante para o alcance das metas do referido programa.

O resultado será divulgado pelo CNPq até 24 de maio de 2019 no endereço: www.destaqueict.cnpq.br.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

IG participa do “Exercício Simulado de Abandono Emergencial de Área de Risco” no Município São Sebastião

Vistoria Técnica em área de Risco

A Prefeitura de São Sebastião, com o apoio da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC/SP), promoveu no último dia 09 de fevereiro um “Exercício Simulado de Abandono Emergencial de Área de Risco” para capacitar os residentes em áreas de risco e promover a interação entre órgãos envolvidos no atendimento de possíveis eventos de inundação e escorregamentos que podem ocorrer na cidade. O Exercício Simulado foi realizado no bairro Topolândia na Escola Municipal de Topolândia, um dos locais de abrigo em uma emergência. A ação teve a participação da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Grupamento Aéreo, Polícia Ambiental, Defesa Animal, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Instituto Geológico (IG), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Guarda Municipal, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Cruz Vermelha, Escoteiros e das secretarias municipais.

Este simulado foi também em comemoração dos 43 anos da CEPDEC/SP, que ao longo do ano presta auxílio aos municípios do estado de São Paulo em situações de risco.

Exercícios Simulados como este buscam a capacitação da população no enfrentamento de ocorrências comuns no seu território, no caso de São Sebastião enchentes e deslizamentos, ajudando assim a evitar maiores danos materiais e principalmente danos físicos e mortes. Por ocasião ao simulado, também foi realizada uma ação local com a troca dos registros dos botijões de gás, quem levava o registro antigo recebia um novo com orientações de uso.

A participação do IG foi demonstrar como ocorre uma vistoria do local e conforme a ocorrência, a possibilidade de a população voltar ou não para a área afetada ou se haverá a necessidade de o poder público interditar a área afetada.

Este exercício deve verificar se tudo que está determinado pelo plano preventivo da Defesa Civil Municipal abrange todas as possíveis ocorrências; o tempo que leva para a evacuação do bairro; o tempo de socorro aos envolvidos e estabelecer protocolos para uma ocorrência real evitando perda de vidas da comunidade local.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Pesquisadora do Instituto Geológico é autora de capítulo de livro sobre mudanças climáticas


Capa do livro e foto da região da Ponta da Praia vista da balsa



Lançado no final de janeiro de 2019 o livro: “Climate Change in Santos Brazil: Projections, Impacts and Adaptation Options”, editado por Lucí Hidalgo Nunes, Roberto Greco, José A. Marengo, é o resultado do projeto “METROPOLE: Uma Estrutura Integrada para Analisar Tomada de Decisão Local e Capacidade Adaptativa para Mudanças Ambientais em Grande Escala: Estudos de Casos Comunitários no Brasil, Reino Unido e EUA”.

A publicação em língua inglesa tem como objetivo a divulgação dos resultados da pesquisa, fomentando o diálogo e a participação de tomadores de decisão, da população e dos representantes de organizações civis e privadas. Esperasse que com a divulgação dos estudos garanta-se medidas que possam retardar, minimizar ou até mesmo restringir os efeitos perversos da mudança climática nos próximos anos.

A pesquisadora do Instituto Geológico (IG) Dra. Célia Regina de Gouveia Souza é coautora em dois capítulos do livro, no capítulo 4 "Projections of Climate Change in the Coastal Area of Santos" e no capítulo 5 "Projection and Uncertainties of Sea Level Trends in Baixada Santista". A pesquisadora e autora principal do capítulo 6 intitulado: “Long Term Analysis of Meteorological-Oceanographic Extreme Events for the Baixada Santista Region”. Escrito em coautoria com o consultor Agenor Pereira Souza e Joseph Harari do Instituto Oceanográfico/USP, o capítulo apresenta BD de eventos meteorológicos-oceanográficos extremos (ressacas e inundações costeiras), entre 1928 e 2016 (Baixada Santista), e as análises das condições de ocorrência desses eventos, com vários indicadores. Oferecendo ao leitor uma visão histórica da elevação do nível do mar, com dados sobre: precipitação, temperatura e frequência de tempestades.

Sobre o Projeto METROPOLE: Foi desenhado para enfrentar alguns desafios importantes do nosso tempo: por um lado, como reduzir os riscos das alterações climáticas nas áreas costeiras, com vista a salvaguardar a vida, assegurando a segurança dos bens e a manutenção de ecossistemas ricos; e, por outro lado, como melhorar a interação entre cientistas, tomadores de decisão e população para um objetivo comum, para evitar que projeções alarmantes de elevação do nível do mar sejam realizadas. Participam pesquisadores de várias instituições brasileiras (INPE, CEMADEM, USP, UNICAMP, IG), americana University of Florida e inglesa Kings College of London.

Para visualizar a publicação CLIQUE AQUI

Publicação sobre Erosão Costeira tem participação de pesquisadora do Instituto Geológico (IG)

Capa do livro e foto da Ponta da praia em Santos

Lançado no final do ano de 2018 o livro: “Guia de Diretrizes de Prevenção e Proteção à Erosão Costeira”, é um documento técnico inédito que aborda os fenômenos costeiros, bem como traz orientações para as intervenções na linha de costa. Além disso, está inserido no Programa Nacional para Conservar a Linha de Costa (Procosta) no âmbito do Projeto Monitoramento e Gestão para Conservação da Linha de Costa. A publicação é o resultado de 4 anos de trabalhos e articulação entre representantes de diversos órgãos e instituições relacionadas a ações na área costeira do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro (GI-Gerco).

Para tratar especificamente do tema prevenção e proteção à erosão costeira, criou-se um subgrupo de trabalho para discutir esse tema, o Subgrupo de Trabalho de Gestão de Riscos e Obras de Proteção Costeira (SgT-GROPC) se reúne desde 2014 e conta com a representação de diversos órgãos e participantes de instituições de pesquisa de vários estados brasileiros, dentre as quais o Instituto Geológico (IG) pela participação da Dra. Célia Regina de Gouveia Souza. Nesta publicação o SgT-GROPC apresenta uma iniciativa voltada para suprir a demanda ora demonstrada mediante à falta de informações e critérios para implantação de obras de intervenção e proteção costeira. O Guia foi planejado também como ferramenta para dar subsídios à tomada de decisões dos responsáveis pelas obras costeiras, sendo mais uma das iniciativas em prol da Gestão Integrada da Zona Costeira.

Para acessar a publicação CLIQUE AQUI

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Workshop sobre “Coprodução na Gestão de Riscos de Escorregamentos em Assentamentos Precários” é realizado em São Paulo

Auditório Prof. Francisco Landi Poli/USP

No dia 29 de janeiro de 2019, o Instituto Geológico (IG), o Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) e a Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE) realizaram o Workshop “Coprodução na Gestão de Riscos de Escorregamentos em Assentamentos Precários” no Auditório Prof. Francisco Landi no Prédio da Administração da Escola Politécnica da USP.

A cerimônia de abertura contou com a presença da Cap. PM. Aline Betânia, Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC); Cláudia Echevenguá Teixeira, diretora do Centro de Tecnologias Geoambientais do IPT; Luciana Martin Rodrigues Ferreira, diretora do IG; Marcela Teixeira, representante da ABGE e Profa. Liedi Bernucci, diretora da Poli/USP.

Com o objetivo de apresentar e discutir o desenvolvimento da pesquisa “Coprodução de estratégias de gestão de riscos de escorregamentos por meio do desenvolvimento de infraestruturas de base comunitárias nas cidades latino-americanas”, as apresentações do primeiro bloco abordaram a metodologia e aplicação do projeto, o Prof. Harry Smith, coordenador do projeto da University of Edinburgh apresentou o processo metodológico do projeto, em seguida a profa. Mônica Escalante, da Universidad Nacional de Colômbia, demostrou a aplicação do projeto em comunidades de Medellín focando os objetivos do projeto, que são: a percepção, o monitoramento, a mitigação e a concertação. O prof. Alex Kenya Abiko da Poli/USP mostrou a aplicação do projeto na comunidade Vila Nova Esperança e fechando o bloco, a líder comunitária Lia Esperança falou da experiência dela e da comunidade em participar do projeto, e os desafios enfrentados para atingir a sustentabilidade.

No segundo bloco, as apresentações abordaram o papel da pesquisa científica, a situação e percepção de risco na esfera federal, estadual e municipal e propostas de urbanização em comunidades carentes. O Prof. Fernando Marinho da Poli/USP destacou a importância da pesquisa acadêmica e a divulgação dos resultados com a participação nas comunidades. Eduardo de Macedo do IPT abordou a legislação e a estrutura da Defesa Civil Federal e o papel dos órgãos de apoio, Eduardo de Andrade do IG explicou como funciona a gestão de risco no estado de São Paulo e o funcionamento da Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos (PDN). O Geólogo Ronaldo Malheiros, da Prefeitura de São Paulo apresentou o histórico da atuação em prevenção na cidade, e o arquiteto Renato Daud, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) demostrou o projeto de urbanização de favelas e usou o exemplo do Jardim Santo André, em Santo André e da Vila Nova União, zona leste de São Paulo.

Este projeto de pesquisa é financiado pela British Academy dentro do seu programa GCRF, Global Challenges Research Fund: Cities & Infrastructure. Participam do projeto equipes da Heriot-Watt University, University of Edinburgh, Universidad Nacional de Colômbia, Escuela de Barrios de Ladera e da Poli/USP. Na equipe de pesquisa brasileira também fazem parte pesquisadores do IG e do IPT.

A realização do Workshop é um dos resultados do projeto e faz parte da concertação (acordo) que tem como objetivo realizar o diálogo contínuo, preparar os moradores para entenderem e conviverem melhor com os riscos, aproveitando a oportunidade para aproximar diferentes atores nos trabalhos com as comunidades.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

O IG participa do “Exercício Simulado de Abandono Emergencial de Área de Risco no Município de São Luiz do Paraitinga – Distrito de Catuçaba”

Técnicos do Instituto Geológico (IG) durante o Exercício Simulado

No último final de semana a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) promoveu um exercício para simular um evento geodinâmico no Distrito de Catuçaba, na Estância Turística de São Luiz do Paraitinga. A reunião preparatória ocorreu na sexta feira (18) na Biblioteca Municipal Nelson Ferreira Pinto envolvendo órgãos do poder público estadual como a Defesa Civil, o Instituto Geológico (IG), o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Policia Militar, Corpo de Bombeiros, Trânsito, Patrulha e Grupamento Aéreo Águia, Secretaria da Saúde, SABESP, Elektro, Policiais Municipais, Cruz Vermelha, e grupos da sociedade civil como rádios comunitárias e especialistas em rafting. Um esquema muito grande coordenado pelo Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador da Defesa Civil do Estado Cel. PM Walter Nyakas Júnior e da Prefeita Municipal Ana Lucia e seus auxiliares e secretário municipais.

Nesta reunião, os detalhes finais do simulado foram acertados com as ultimas orientações. A população do Distrito de Catuçaba foi orientada e preparada para participar do simulado afim de responder de forma coordenada a uma possível ocorrência como a que aconteceu no local no início do ano de 2018. Depois deste evento, a prefeitura se encarregou de preparar a população local, distribuindo pluviômetros, réguas de medidas de inundação, referencial de abrigos, locais onde estes devam ficar, entre outras atitudes.

O objetivo destes exercícios é capacitar a população local para reagir a um evento que pode se repetir e integrar os órgãos federais, estaduais e municipais que auxiliam nestes eventos, servindo de referencial para um futuro plano de contingência para abandono emergencial da comunidade.

No sábado (19) o exercício foi feito com a participação de todos os envolvidos, com demonstração de como ocorre um salvamento de uma vítima de escorregamento, e procura por vitima que foi arrastada pela correnteza; os profissionais de saúde fazendo o deslocamento da população, inclusive daqueles com mobilidade reduzida e treinando a população para desocupação da residência o mais rápido possível, levando uma muda de roupa, documentos e remédios controlados. E principalmente, não esquecer seu animal de estimação, orientação que foi passada pela Subsecretaria Estadual de Defesa dos Animais, que também participou do simulado. No abrigo, dinâmica de acolhimento, prestação de possíveis socorro, distribuição de roupas e alimentação a população afetada foi executado como em uma verdadeira ocorrência.

A participação do IG foi demonstrar como ocorre uma vistoria do local e conforme a ocorrência, a possibilidade de a população voltar ou não para a área afetada ou se haverá a necessidade do poder publico interditar a área afetada.

Este exercício deve verificar se tudo que está determinado pelo plano preventivo da Defesa Civil Municipal abrange todas as possíveis ocorrências; o tempo que leva para a evacuação do bairro; o tempo de socorro aos envolvidos e estabelecer protocolos para uma ocorrência real evitando perda de vidas da comunidade local.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Seminário de Proteção e Defesa Civil Aplicada foi realizado no Palácio dos Bandeirantes pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil

Seminário de Proteção e Defesa Civil Aplicada

Na manhã de ontem, dia 16 de janeiro de 2019, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) realizou o “Seminário de Proteção e Defesa Civil Aplicada” o primeiro evento do ano de 2019 para a capacitação dos membros das defesas civis das cidades do Estado de São Paulo. Varias cidades estiveram presente, demostrando o interesse na melhoria do atendimento à comunidade de suas cidades.

O evento contou com a presença de autoridades que foram recebidos pelo Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Coronel PM Walter Nyakas Júnior. Dentre as autoridades presentes estava o Deputado Federal eleito, Cap. PM Derrite, que se comprometeu discutir o tema dos desastres naturais na Câmara dos Deputados. O Presidente Executivo do Fundo Social de São Paulo (FUSSP), Filipe Sabará, o Diretor de Operações de Socorro em Desastres da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC/MI), Armin Augusto Braun, o Diretor do Departamento de Operações de Socorro em Desastres do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Osvaldo Luiz Leal de Moraes que representam parceiros que auxiliam a Defesa Civil os atendimentos quando eventos acontecem nos municípios. Os representantes da Defesa Civil na abertura do evento foram a Coordenadora Regional de Proteção e Defesa Civil da Baixada Santista, Regina Elsa Araújo e o Subsecretário de Proteção e Defesa Civil, Major PM Henguel Ricardo Pereira.

Durante o seminário os participantes escutaram palestras sobre temas pertinentes à Defesa Civil pelos técnicos e pesquisadores dos institutos auxiliares à Defesa Civil – o Instituto Geológico (IG) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que preparam, auxiliam, e ajudam os integrantes da defesa civil ao atendimento das demandas ocorridas durante os eventos.

O tema sobre meteorologia, formas de prevenção, alertas e monitoramento foram passados pelos representantes da SOMAR Meteorologia Michelle Harumi Nakamine e do CEMANDEN Diego Souza.

Técnicas de vistorias de campo, atendimento à eventos, análise das ocorrências e formas de prevenção e remediação das ocorrências foram tratadas nas apresentações do Especialista Ambiental Eduardo de Andrade do IG e do Geólogo Marcelo Gramani do IPT. As questões técnicas sobre as inscrições dos municípios para os repasses federais, atendimento e gestão dos sistemas – federal e estadual – da defesa civil para suporte aos municípios foram repassadas pelo Capitão PM Marcelo Vieira dos Santos representando a CEPDEC e o Diretor do Departamento de Operações de Socorro em Desastres do CEMADEN Armin Augusto Braun.

Houve o comprometimento do Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Coronel PM Walter Nyakas Júnior para uma melhor capacitação dos técnicos com cursos, seminários e total auxilio para com os integrantes municipais da defesa civil, além do convite para o 1º Simulado de Abandono Emergencial de Área que ocorrerá no Município de São Luiz do Paraitinga – Distrito de Catuaba, dia 19 de janeiro de 2019, com o objetivo de preparar a comunidade para as ocorrências típicas do período de verão.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Disponíveis os novos volumes da Revista do Instituto Geológico

Capa

A Revista do Instituto Geológico – IG é de acesso aberto, e publica artigos relacionados às Geociências e áreas correlatas, inéditos e originais, de caráter científico ou tecnológico. Destina-se também à publicação de revisões, notas prévias, comentários, críticas e réplicas de artigos de temas ligados às Geociências. A partir de 1980, a Revista dá sequência ao periódico do Instituto Geográfico e Geológico, o I.G.G. (1943-1968), e aos boletins científicos da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, editados desde 1889. A Revista está indexada em bases nacionais e internacionais, tais como: SCOPUS, GeoRef, Latindex, Zoological Record, Periódicos CAPES, Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPeGeo. Nesse ano, a Revista do IG completa 39 anos de existência.

Acesse os volumes da revista 39(1) e 39(2) e os demais volumes da coleção no Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPEGeo, no link:


Convidamos todos os colegas a submeterem artigos científicos para a Revista do Instituto Geológico.

Atenciosamente,

O Corpo Editorial

Sumário do volume 39(1):

Sumário do volume 39(2):
Legislação ambiental brasileira e geoconservação: análise comparativa Do enquadramento legal no Brasil, Portugal e Espanha, Magda Wolemberg da Silva Ferreira, José Bernardo Rodrigues Brilha, Adriana Ponce Coelho Cerântola
Métodos de remoção de íons fluoreto em água, Mirian Chieko Shinzato, Sibele Ezaki, Ísis Cristina Garcia Saraiva, Gabriela Baptista Girard